[SÉRIE: O IMPACTO NOS NÚMEROS | 1/3] OEE de 84,2% em 4 meses: Sorte ou Método?

[SÉRIE: O IMPACTO NOS NÚMEROS | 1/3] OEE de 84,2% em 4 meses: Sorte ou Método?

Quando chegamos a esta operação de embalagens plásticas, o cenário era familiar para muitas indústrias:
🔸 paradas não planejadas,
🔸 falhas que pareciam “invisíveis” e
🔸 um tempo de resposta às anormalidades que corroía a margem da operação.

O OEE estava em 68,7%.
A rotina da equipe era basicamente apagar incêndios.
O que fizemos foi simples no conceito, mas rigoroso na execução:
🟩 Implementamos TPM na base, com protagonismo do operador.
🟩 Padronizamos a gestão do dia a dia, para que o desvio fosse tratado no momento em que surgia.
🟩 Reduzimos drasticamente o tempo de resposta a falhas.

Resultado em 4 meses:
✅ OEE de 68,7% para 84,2%
✅ Ganho de 15,5 pontos de OEE
✅ Aumento real de 15,3% na produtividade da linha

O ponto central é este:
📌 Lean Manufacturing não depende de soluções complexas ou novos investimentos antes de estabilizar o processo.
📌 Na maioria dos casos, o maior ganho está em criar disciplina operacional, reação rápida ao desvio e rotina de gestão consistente.

Sua planta está operando abaixo do potencial?
Vale discutir como esse modelo pode ser adaptado à sua realidade.

👉 Este é o primeiro de 3 posts semanais sobre como recuperamos a capacidade produtiva sem novos investimentos.

🗓️ Na próxima semana: O papel do operador como “dono do processo” na cultura TPM.

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